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quinta-feira, 18 de junho de 2026

O sequestro do pai de Romário que quase tirou o craque da Copa...

 

O sequestro do pai de Romário que quase tirou o craque da Copa de 1994

O ex-jogador relembrou o caso em seu documentário no Prime Video

Victoria Xavier


Romário teve o pai sequestrado às vésperad da Copa do Mundo de 1994Divulgação/Globoplay

A trajetória de Romário rumo ao tetracampeonato mundial em 1994 poderia ter sido muito diferente. Antes de se tornar o grande herói da Seleção Brasileira nos Estados Unidos, o atacante viveu um dos momentos mais difíceis de sua vida: o sequestro de seu pai, Edevair de Souza Faria.
O caso aconteceu em maio de 1994, poucas semanas antes do início da Copa do Mundo. Enquanto o Brasil se preparava para a competição, a família de Romário enfrentava um verdadeiro pesadelo. Edevair desapareceu e, pouco tempo depois, os sequestradores entraram em contato exigindo uma alta quantia para sua libertação.

O drama abalou profundamente o jogador. Considerado a principal estrela da Seleção naquela época, Romário chegou a afirmar que não disputaria a Copa caso seu pai não fosse encontrado. A declaração gerou enorme repercussão e aumentou a preocupação de torcedores, dirigentes e da comissão técnica comandada por Carlos Alberto Parreira.
Décadas depois, o ex-jogador relembrou esse período no documentário “Romário – O Cara”, que está no Prime Video, onde fala abertamente sobre o medo, a angústia e a sensação de impotência que viveu durante aqueles dias. Segundo ele, a busca por informações mobilizou familiares, amigos e pessoas de diferentes círculos de influência na tentativa de localizar seu pai o mais rápido possível.

Felizmente, após quase uma semana de tensão, Edevair foi resgatado com vida. O desfecho trouxe alívio para a família e permitiu que Romário finalmente voltasse seu foco para a missão que tinha pela frente: liderar a Seleção Brasileira na Copa do Mundo.

O restante da história virou lenda. Com atuações decisivas, gols importantes e uma parceria inesquecível com Bebeto, Romário foi peça fundamental na conquista do tetracampeonato, encerrando um jejum de 24 anos sem títulos mundiais para o Brasil.

Ao revisitar esse episódio no documentário, fica evidente que por trás do craque irreverente existia um filho desesperado para reencontrar o pai. É uma história que muitos torcedores desconhecem, mas que mostra como um dos maiores momentos do futebol brasileiro esteve por um fio de não acontecer.

Se o desfecho tivesse sido diferente, talvez a história da Copa de 1994 fosse outra. Felizmente para Romário, para sua família e para o Brasil, aquele pesadelo terminou antes que a bola começasse a rolar.





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quarta-feira, 22 de abril de 2026

Cinebiografia ‘Michael’, a mais cara da história, projeta estreia maior que...

 

Cinebiografia ‘Michael’, a mais cara da história, projeta estreia maior que ‘Oppenheimer’

Michael, que estreia nesta quinta-feira (23) nos cinemas, deve abrir com cerca de US$ 150 milhões mundialmente em seu primeiro fim de semana


A cinebiografia Michael, que retrata a vida de Michael Jackson, chega aos cinemas cercada de números impressionantes e de uma pressão proporcional. O longa dirigido por Antoine Fuqua já entrou para a história antes mesmo da estreia ao se tornar a cinebiografia mais cara já produzida, com um orçamento que gira em torno de US$ 200 milhões.

O valor coloca o filme muito acima de outros sucessos do gênero, como Bohemian Rhapsody e Elvis, e até mesmo supera produções como Oppenheimer. A cifra elevada é resultado de uma produção conturbada, que incluiu refilmagens extensas e ajustes no roteiro após questões legais envolvendo a história do artista.

Mas se o investimento é alto, a expectativa de retorno acompanha e pode ser histórica.

De acordo com projeções da indústria, Michael, que estreia nesta quinta-feira (23) nos cinemas, deve abrir com cerca de US$ 150 milhões mundialmente em seu primeiro fim de semana. Nos Estados Unidos, a estimativa gira entre US$ 55 milhões e US$ 80 milhões, números que podem não apenas estabelecer um novo recorde para cinebiografias musicais, mas também colocá-lo em rota para superar a estreia doméstica de Oppenheimer, que arrecadou cerca de US$ 80,5 milhões em seu lançamento.

O comparativo não é trivial. Oppenheimer, dirigido por Christopher Nolan, não só teve uma estreia expressiva, como se consolidou posteriormente como a cinebiografia de maior bilheteria da história. Ou seja, Michael mira diretamente no topo e já começa ameaçando um dos maiores fenômenos recentes do cinema.

Além do peso dos números, o filme carrega um fator decisivo: o apelo global do “Rei do Pop”. A produção aposta em uma narrativa focada na ascensão de Michael Jackson e em seu legado musical, deixando de lado as controvérsias mais delicadas de sua vida. Essa escolha, embora tenha gerado críticas, não parece ter abalado o interesse do público.

Pelo contrário. Analistas apontam que o longa tem potencial não apenas para uma estreia massiva, mas também para uma trajetória sólida nas bilheterias, com projeções iniciais que já o colocam como um forte candidato a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão global ao longo de sua exibição.


No fim das contas, Michael representa mais do que uma cinebiografia. É uma aposta de alto risco que pode redefinir o patamar do gênero em Hollywood. Se confirmar as expectativas, o filme não só justificará seu orçamento recorde, como também entrará para a história como um dos maiores eventos cinematográficos da década.





BBB 26 entra para a história e vai demorar para termos uma outra edição...

 

BBB 26 entra para a história e vai demorar para termos uma outra edição parecida

Um dos principais elementos que tornaram o BBB 26 histórico foi a construção de uma narrativa orgânica e envolvente, centrada em personagens que não pareciam “interpretar” para as câmeras



BBB 26: Tadeu revela morte do irmão Oscar Schmidt para apoiar Ana Paula

O Big Brother Brasil 26 não foi apenas mais uma edição de um reality consolidado, ele se transformou em um verdadeiro fenômeno cultural, daqueles que ultrapassam o entretenimento e passam a fazer parte das conversas diárias do país. O que se viu ao longo da temporada foi uma combinação rara de fatores que dificilmente se repetem com a mesma força, o que explica por que o impacto dessa edição deve demorar a ser superado.


Um dos principais elementos que tornaram o BBB 26 histórico foi a construção de uma narrativa orgânica e envolvente, centrada em personagens que não pareciam “interpretar” para as câmeras, mas viver intensamente o jogo. A vitória de Ana Paula Renault simboliza isso de forma clara. Sua trajetória foi marcada por um arco de redenção poderoso: de uma participante que saiu de forma polêmica no passado para uma campeã consagrada com ampla aprovação do público. Mais do que vencer, Ana Paula reconquistou o Brasil ao mostrar uma versão mais estratégica, emocionalmente consciente e, ao mesmo tempo, fiel à sua essência intensa.

Outro ponto decisivo foi a força do grupo formado por Ana Paula, Milena e Juliano, conhecidos como os “Eternos”. Diferente de alianças tradicionais que se desfazem rapidamente, o trio construiu uma relação que misturava lealdade, conflitos reais e reconciliações constantes. Essa dinâmica trouxe uma camada narrativa que aproximou o reality de uma série, com desenvolvimento contínuo e envolvente. O público não torcia apenas por indivíduos, mas pela relação entre eles, o que elevou o engajamento a outro nível.

A edição também acertou ao entregar o equilíbrio perfeito entre emoção, conflito e entretenimento. Houve momentos de vulnerabilidade genuína, como situações pessoais delicadas vividas dentro da casa, ao mesmo tempo em que o jogo seguiu intenso, repleto de embates e episódios que rapidamente viralizavam nas redes sociais. Esse conjunto transformou o programa em um evento diário, com repercussão constante fora da televisão.

Ao comparar com o fenômeno vivido no BBB 21, marcado pela vitória de Juliette, é possível identificar semelhanças importantes. Ambas as edições tiveram protagonistas com forte identificação popular e narrativas claras que mobilizaram o público. No entanto, há uma diferença fundamental: enquanto o BBB 21 foi conduzido por uma protagonista praticamente isolada em sua trajetória, o BBB 26 se destacou pela força de um trio. Essa construção coletiva trouxe mais complexidade à narrativa, explorando temas como amizade, lealdade e estratégia em grupo.

A dificuldade de repetir um sucesso como o do BBB 26 está justamente na raridade dessa combinação. O elenco apresentou um equilíbrio quase perfeito entre carisma, estratégia e autenticidade. Além disso, a história se desenvolveu de forma espontânea, sem a sensação de que os participantes estavam apenas tentando reproduzir comportamentos já vistos em edições anteriores. Soma-se a isso a presença de uma protagonista com um arco completo — passado, conflito, reconstrução e vitória — algo que não pode ser planejado ou replicado facilmente.

Milena teve papel essencial ao representar o lado mais emocional e humano da narrativa, criando identificação imediata com o público. Já Juliano funcionou como um ponto de equilíbrio dentro do grupo, garantindo estabilidade em momentos de tensão e evitando rupturas definitivas. Juntos, os três construíram uma das alianças mais marcantes da história do programa.

O BBB 26 mostrou que, mesmo após mais de duas décadas no ar, o reality ainda é capaz de surpreender quando encontra os elementos certos. Assim como aconteceu em 2021, o público teve a sensação de acompanhar algo maior do que um jogo, uma história coletiva, construída em tempo real. E justamente por depender de fatores tão específicos e difíceis de alinhar novamente, fica a certeza: edições como essa não acontecem todo ano. São exceções que entram para a história.

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domingo, 22 de março de 2026

Chappell Roan se pronuncia após acusação de...

 

Chappell Roan se pronuncia após acusação de Jorginho: ‘Eu sequer vi a criança’

Segundo a artista o mal-entendido não partiu de uma ordem sua


Segundo Chappell Roan, o segurança envolvido não pertencia à sua equipe pessoal

Após ser alvo de críticas pesadas por um suposto tratamento ríspido contra a filha de Jorginho, jogador do Flamengo, a cantora norte-americana Chappell Roan usou seus Stories no Instagram para apresentar sua versão dos fatos e tentar selar a paz. “Eu sequer vi a criança”, disse a artista diretamente de sua cama e com tom de voz calmo. O vídeo foi publicado nesta domingo (22).

Segundo Chappell Roan se o mal-entendido não partiu de uma ordem sua. A cantora, que recentemente virou manchete por pedir limites e privacidade aos fãs, surpreendeu ao adotar uma postura empática e defensiva em relação à família do jogador.

“Vou contar a minha versão da história. Eu sequer vi a mãe e a criança. Ninguém veio até mim e ninguém me incomodou”, afirmou a artista.

Segundo a cantora, o segurança envolvido não pertencia à sua equipe pessoal. Chappell sugeriu que a intervenção foi uma iniciativa isolada da segurança do local ou de terceiros, classificando a atitude como injusta. “É injusto a segurança assumir que uma pessoa não tem boas intenções”, pontuou. Ela reforçou que não “odeia crianças” e que o cenário descrito por Jorginho a deixou triste.

“Peço desculpas à mãe e à criança por alguém ter deduzido que vocês fariam algo. Se vocês se sentiram desconfortáveis, isso me deixa muito triste. Vocês não mereciam isso”, finalizou a voz de “Good Luck, Babe!”.

Relembre o caso

confusão teve início no sábado (21) durante o café da manhã em um hotel de luxo em São Paulo, onde Chappell estava hospedada para sua apresentação no Lollapalooza Brasil. Segundo o relato de Jorginho, sua mulher, Catherine Harding, e a criança de 11 anos (filha biológica do ator Jude Law) estavam no local quando a criança reconheceu a artista. O jogador afirmou que a menina apenas sorriu à distância, mas foi abordada de forma “agressiva e desproporcional” por um segurança, que a acusou de assédio e desrespeito, levando-a às lágrimas.

A reação do jogador foi imediata e dura, chegando a declarar que “sem os fãs, ela [Chappell] não seria ninguém”.


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